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segunda-feira, 24 de março de 2014

CCBB- Centro Cultural do Banco do Brasil

CCBB- Centro Cultural do Banco do Brasil
  




  • Vista de umas da janela de dentro do CCBB



  •  Maquete de um Prédio 

  • Fotos da casa 

 


  • Casa de valores
 









É rápido, fácil e extremamente barato. Basta um pedaço de papel crepom e um copo d'água.

Todo o procedimento de pintura dura uns 10 minutos e suja apenas um copo e um prato, facilmente laváveis. Um único rolo de crepom (que custa menos de 1 real) rende várias demãos.

Nem adianta perder tempo tentando pintar os cabelos com crepom de cores claras. Compre os de cores bem escuras, como o verde, o azul e o roxo.

É preciso ter cabelos claros para que a tinta do crepom fique visível. Se você possuir cabelos pretos ou castanhos (como eu), primeiro será preciso descolori-lo. É só misturar pó descolorante e água oxigenada e tacar no cabelo. Não é difícil, se você não sabe como fazer, pergunte para sua mãe ou sua irmã :)

Se te disseram que para pintar o cabelo era necessário esfregar o crepom na cabeça, usar álcool ou água quente, esqueça.

Ah, hoje não sou careca, então o crepom também não mata o cabelo ;)

Como fazer a tinta

 

Com o papel crepom ainda enrolado, corte um pedaço pequeno do rolo, com cerca de três dedos de largura. Dá para rasgar com as mãos se você for do tipo ogro. Se não, use uma tesoura.

Desenrole o rolinho recém-cortado e coloque-o dentro de um copo. Não precisa empurrar com força, deixe o papel bem solto dentro do copo. Use um copo descartável de plástico ou um copo de vidro, que é fácil de lavar depois.

Agora coloque água no copo. Não precisa encher até a boca. Com um palito de sorvete (ou algo parecido), empurre o papel contra o fundo do copo, para que todo ele fique submerso. Você vai perceber que quando mais empurra, mais tinta se solta do crepom e a água fica mais escura. Essa é a idéia.

O palito de sorvete vai ficar todo pintado. É por isso que tem que usar algo para empurrar o crepom, ao invés de seu dedo. Que isso sirva de aviso que se você tacar o dedo ali, ou derrubar essa água na roupa ou no carpete, lascou-se. De preferência pinte o cabelo sem camisa, na lavanderia ou quintal.

Como o mesmo palito, pesque o papel crepom e tire-o do copo, jogando direto no lixo. Cuidado com os pingos!

Como pintar o cabelo

 

Se você tem cabelo comprido e só quer pintar as pontas, simplesmente faça um rabo-de-cavalo e mergulhe as pontas no copo. Não precisa mexer, esfregar, saracotear. Deixe o cabelo ali quieto por 10 segundos. Se quiser garantir, tire e coloque novamente mais 10 segundos. Espere a água escorrer. Acabou a pintura.
Só isso? Sim, só isso. Pode passar para o próximo tópico.

Detalhes pós-pintura

  • A tinta depois de seca, fica firme em seu cabelo. Não vai ser uma chuvinha qualquer que vai desbotá-lo, não se preocupe. Se quiser tirá-la, esfregue bem o cabelo no banho, usando sabonete ou xampu.
  • A duração da tinta em sua cabeça vai depender do seu cabelo e da quantidade de banhos que você toma. A cada banho ela vai ficando mais fraca, até sumir. Em algumas pessoas esse processo é mais rápido que outras. Pode ser que a tinta saia em três banhos, mas também pode ser que ela dure mais de um mês.
  • Nos primeiros dias, enquanto a tinta está bem forte, talvez saia um pouco no seu travesseiro. Mas não é sempre. 
    Meu cabelo antes


Meu cabelo depois usei o papel crepom vermelho

 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bruna Linzmeyer fala sobre o desafio de interpretar uma autista

Bruna Linzmeyer está surpreendente na pele de Linda, na novela “Amor À Vida”. Em sua quarta novela, a atriz encara o desafio de viver uma personagem com autismo e grandes dificuldades de socialização. Antes mesmo de começar a gravar, Bruna revela que já estava emocionada com a personagem: “estou muito sensível ao tema. Está sendo muito emocionante”.
Em entrevista à Guia da TV, Bruna fala sobre os desafios e aprendizados de interpretar alguém com autismo. Confira:
Como será a relação da sua personagem com a família?
“A família luta pela inclusão dela, pela melhora, para ajudá-la a viver. A Linda tem uma conexão muito forte com a mãe, mas ela não tem uma relação muito boa com a irmã. Existe uma tensão entre elas, um ciúme, uma dificuldade de entendimento.”

Antes da trama, você conhecia alguém com autismo?
“Antes da Linda, eu não conhecia ninguém com autismo. Só depois do personagem. E eu percebi que a partir das dificuldades, das conquistas, ninguém é tão diferente assim. Todos nós temos medos, desafios, limitações. Ninguém é tão diferente assim.”

Qual é o maior desafio para fazer a Linda?
“Ela por si só já é um desafio. Tudo o que vem dentro dela é um desafio: físico, emocional, psicológico, histórico, cultural. E o momento do nosso país também é um desafio, como as diferenças e as deficiências são tratadas aqui. Então, o desafio é desde que o jeito que ela olha até as questões filosóficas.”

Como foi o convite?

“Aconteceu há nove meses, durante um jantar com o Walcyr e o Maurinho. Eles me convidaram, disseram que era uma menina autista. Fiquei muito emocionada, não conseguia dizer nada na hora. Achei muito forte. E depois da Linda, não sou mais a mesma pessoa. Eu abri meu coração, minha alma, meus olhos, para olhar para as coisas com um pouco do olhar que eles têm.”
Você fez alguma mudança física para a personagem?
“Me libertei da maquiagem.” 
Existem vários graus de autismo. Qual é o grau dela?
“Ela tem síndrome de Asperger, que é o grau mais leve de autismo. Mas ela não foi muito trabalhada nos vinte anos. Então, ela tem muitas limitações, que vão ser trabalhadas durante a novela.”

Quais limitações?

“A maior limitação é a dificuldade é de socialização.”

Onde você buscou referências para a personagem?

“Esse trabalho começou há nove meses. Então, visitei instituições, li livros, assisti filmes, pesquisei algumas entrevistas, algumas palestras. E depois desse processo de pesquisa, passei pelo Sérgio Pena, que é nosso preparador de elenco. É um tema delicado, então, eu e os autores estamos juntos nessa.”

Qual foi sua inspiração para a personagem?
“Então, uma das maiores inspirações é uma canadense, tem um grau alto de autismo e não fala. Mas, aos 10 anos, começou a se comunicar através do computador. E ela é extremamente consciente da condição dela. Muito inteligente, sarcástica, irônica e também muito profunda ao falar sobre a condição dela.”